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sábado, 2 de março de 2013

Vertiginosamente.

Somos o que acreditamos.
Por isso,
 nós estamos sempre,
onde nos colocamos.
Pelo menos à maneira dos mortais,
é assim mesmo.
Amigos ...
Dá pra gente contar nos dedos.
Apesar disso,
dá um sorriso sonoro
e faz as pazes com a vida,
que às vezes,  sacode nossos alicerces,
porque nem sempre acertamos.
Mas Deus,
ouve o nosso silêncio.
É Ele quem  envia
 as variações do vento.


Cecília Fidelli.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Poema para Helena Kolody


Abençoados filhos do mar.



Tempestades vindas do sul
Mares revoltos em desalinho
Espoucam trovões nos céus

Lampejos riscam o horizonte
Em águas de ondas revoltas
Espatifando-se contra rochedos

O estardalhaço é ensurdecedor
Repentinamente a doce calma
Com nuvens que se movem ligeiras

Pássaros retornam livres ao espaço
que vai-se colorindo de claro azul
E a calmaria total se restabelece.


O mar agitado deita-se na praia
Areias mornas absorvem o frescor
A paisagem retoma a bela forma.


E Deus em sua infinita sabedoria
Abençoa os lares dos pescadores
Paraíso exuberante e cristalino.

Maurélio Machado.
- Escritor  - Poeta.
 (maurelio_machado@yahoo.com.br)

- Extraído do:
 http://www.jornalevolucao.com.br/noticias/16278/1/abencoados-filhos-do-mar



“Os pescadores sabem que o mar
 é perigoso e que a tempestade é terrível,
 mas eles nunca julgaram esses perigos
 como razão suficiente
 para permanecer em terra.

Vincent Van Googh.

Passando pela vida...



Fragmentando fotopoemas.





Vôo por baixo das asas das nuvens.
Bons presságios sonhos lúcidos.
Poesia em alta !
Céu sobrando e eu aqui,
nessa agitação convulsiva.

Cecília Fidelli.