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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Meu sonho de amor para 2013.

O tempo continua passando,
indo embora,
embora ao longo desses últimos anos,
pareça ter passado mais rápido
ou simplesmente parado pra mim.
Guardo a esperança,
a fé,
diária,
semanalmente,
mês a mês,
que um sonho de amor se realize.
Se realize de vez,
pra valer.
Meu menino lindo,
venha logo sorrir pra mim.
Vamos contrariar
 os sofrimentos de tão grande impacto
daquele passado.
Não é possível,
que aquelas "forças" terríveis,
tenham vencido.
Não é possível que nossos sonhos,
que nosso amor não possam mesmo,
sobreviver.
Guardo a esperança,
a fé.
Teremos juntos ainda
 nossos últimos momentos juntos.
Correm os anos.
Guardo paciência diante dessa distância
tão grande,
no brilho das estrelas,
rumo à conquista de sermos felizes
pra sempre,
 outra vez.
Estou cheia de melindres.
Já abordando nosso 2013!

Cecília Fidelli.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Veja bem:




Imprescindíveis em minha vida: Paz e Poesia.

Agradecimento




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Paz e Poesia.


Saudade, tem idade.


Espero um beijo,
um afeto, um queijo,
uma frase ao sereno.
Espero um abraço imenso,
e espero há um certo tempo.
Quero até lágrimas de desilusões.
Quero o carinho, a magia
da noite desnuda.
Quero um encontro,
a essência,
o sentimento.
O brilho das estrelas.
Quero aqueles sons de antigamente.
Ainda sonho com paz e amor.
Dançar juntinho,
com aquele gostinho de proibido...
Sentir o perfume da adolescência.
Suar frio com o coração.
E o cheiro da cuba-libre,
misturado com poesia.
Esperar o sol nascer na calçada,
na porta da padaria,
aguardando abrir.
Ouço Elvis Plesley,
e vem aquela vontade
de estar na carteira da escola,
passando cola,
trocando olhares...
Fumar no banheiro escondido...
São tantas as reticências!
Descontraída, despojada.
Curtir o rock mais bonito,
mais ingênuo que já ouví...

Cecília Fidelli.

O que eu chamo de um bom dia!

A bordo dos sonhos,
visito a paisagem.
O toque do vento,
trás o perfume do mar,
delicadamente.
Algum tempo sob o sol
e a intensa poesia da natureza,
forte, 
refinada,
ternamente,
me oferece um sorriso mais amplo,
quase sem fim.
Que bom que depois 
de uma noite de sono profundo,
ela apontou o dedo pra mim ...
 
Cecília Fidelli.

Meus reais motivos.

Música e Poesia
revigoram a alma,
colorem o espírito.
Quando a música e a poesia se estendem,
aquele longo semblante tristonho,
vira sorriso.
Música e Poesia.
As minhas paixões preferidas.  
Assim prossigo.
Assim grito.
 
Cecília Fidelli. 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Poesia ...

 
O amor faz isso e muito bem.
Na lágrima que rola,
no olhar perdido,
no fantasma da saudade.
 
Cecília Fidelli. 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Especial.



Fico a observar você
Seu jeito
Seu olhar tão profundo
Que me encanta
Que me faz te procurar
Só para te olhar
Homem especial
Dono da sabedoria
Tão sua
Que sorvo como bebida sagrada
Que em mim ficará eternamente

Celi Romão

O amor é uma instituição espiritual ...


 Ninguém nunca viu,
ou assistiu,
ou sentiu,
ou escreveu tudo sobre o amor.
Ele é simplesmente,
inesgotável.
Faz sofrer às vezes,
mas,
soma,
soma
e
soma,
sempre!
Acredito que seja a única
recompensa terrestre.
Nossos idiomas
não têm palavras suficientes
para descrevê-lo.
É uma suscetibilidade.
Mas é uma bêncão.
Um milagre.

Cecília Fidelli.


sábado, 8 de dezembro de 2012

Estranhamente?

Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.
Quem sabe de mim sou eu.

SINTO MUITO
 SE ALGUÉM
 NÃO ENTENDEU ...

Cecília Fidelli.

Contratempos ...

O coração sempre se apodera da gente
enfatizando um pouco mais
 um ou outro sentimento.
Os nossos sentimentos,
tão valorosos,
são unha e carne com a alma,
e sustentam poemas
muitas vezes remodelando estruturas.
De repente aparece alguém,
que em vez de cortar os espinhos,
arranca logo a roseira.
Ríspidos e grosseiros ...
Mas ironias
 não matam um jardim inteiro.
Ervas daninhas
 não levantam taças de champagne,
não brindam.
Se manifestam
 porque se sentem humilhadas,
com o encanto das borboletas.

Cecília Fidelli.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Sem sintonia

Poemas doces,
poemas salgados.
Em cada verso,
em cada palavra,
um sentimento inverso,
tão concentrado,
quanto fragmentado.
Tentando ler Sheakespeare
ou outro nome qualquer
consagrado,
mas algumas ilusões
ficam insistindo
em se concretizar.
Convulsões poéticas,
tentando encontrar
uma estrela sorrindo
na madrugada.
Entretanto,
nenhum dos sonhos
amanhecem.

Cecília Fidelli.